Leva-me na tua gargalhada para o passado, ao fazer por fazer, ao rir por rir, dar conta do tempo passar, consumi-lo e não ser por ele consumido…é bom rir contigo menina do rosto meigo, viajar para lá das banalidades ser dono dos sonhos e de nós, sermos génios por momentos na nossa arte de vanguarda!
Como gostava de ser platónico, poder ser por vezes frigido existiriam realmente seres frígidos? Talvez… mas sem hormonas masculinas certamente.
Seria mais fácil….
Mas, tu sabes… menina do rosto meigo, és mais que menina, és mulher que arrepia meu corpo e fervilha em minhas veias, o cheiro, os lábios, a pele de um moreno quente e aveludado, o decote prenunciando que me deixa no salivar primitivo de idiotice, as curvas que se encerram em contra curvas onde minhas mão desejam fazer grandes maratonas, suaves marchas, ou corridas de velocidade…tudo de todas as formas…
È tão difícil o mais fácil dos caminhos….
Deixar-te assim, sem nunca te ter tido…
Incredulo, sente, simplicidade, mais uma casa com outras casa que nao reconheco como minha, fogo, mar, paixao, anarquia, alucinante, inocencia, verdade....
24 de novembro de 2006
Menina do rosto meigo..
amarrotado por errante
Eu o Errante e um tal de Garibaldo a quem já chamaram Ernesto!
em
17:44
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Xy
Rodopio na rotina interminável e caminho para o encerrar, para castração total daquele que mais gosto em mim…e num ultimo grito suplico uma mão, o resgate, um auxilio um exógeno que me permita fugir da razão obvia, sou culpado, indecente, cobarde indecoroso e irresponsável…Nunca será outro motivo se não o meu, não posso fugir ao que sou, não posso atropelar o meu x…para ser o meu y, sou um xy e assim devo continuar a ser…. Inversão de marcha em caminha sem retrocesso, serei livre para te deixar livre….
amarrotado por errante
Eu o Errante e um tal de Garibaldo a quem já chamaram Ernesto!
em
01:27
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16 de agosto de 2006
Bom dia!!!
Será que o tempo parou???
Não! Esse não para, talvez tenha caído num sono profundo, não um pesadelo horrível, apenas em um sono leve e muito profundo, abstraído do que nas vísceras sou, levado nas ondas do mar fácil da rotina…
Mas…
Tudo emana de momento mágicos, do nada tudo surge… primeiro uma voz dócil muito sumida quase imperceptível…de novo silencio…um toque de lábios humedecidos no pescoço liso… e criando ressonância no meu ouvido uma voz de miúda: “Bom dia!”
Choque térmico… quebrando o gelo da inércia vontades fogo que me percorrerem, fervilha o sangue dentro de mim no querer sentir sem medo de doer, que doa muito se assim tiver que ser, vontades de chorar, sorrir, cantar, compor… ser menino, ganhar o sonho julgando que tudo tenho para viver…
Será que estou mesmo de volta???
Desloco uma pálpebra, semicerro ofuscado pelo brilho que me evolve, sorri-o:
Bom dia!!!
amarrotado por errante
Eu o Errante e um tal de Garibaldo a quem já chamaram Ernesto!
em
11:03
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