
Sinto-me desprovido de sentir, cansado...estupidificado, consumista do instantâneo, do entretimento directo e alienante, morreram as revoltas internas, inspirações naturais. Neste momento rendo-me a insignificância e ganha independência aquela que foi a minha fiel caneta na revolta de querer conhecer por si, desbravando as paginas dos grandes para que um dia nos dedos de outro consiga os holofotes, esses de que fujo no temor de ser queimado.
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